22
out

Voluntariado em família

nome-familia-mdf-pintado-com-tecido-familia

Marcela França e família. Todos voluntários num projeto social

Marcela França e família. Todos voluntários num projeto social

Um dia desses uma mãe me mandou uma mensagem querendo saber se na ação que temos em asilos, seria possível levar a filha, de apenas 5 anos, para a visita. Os idosos adoram crianças, abraçam, conversam. E as crianças ajudam no desenvolvimento das ações dos projetos, à maneira delas. Por isso,  a minha resposta foi clara: lógico.

Penso que esses são os maiores patrimônios que os pais podem deixar para os filhos: valores, conhecimento, afetividade. Se você quiser educar um filho, leve-o a uma ação social para que ele possa se envolver, valorizar o que tem. Depois a família pode discutir questões que farão os filhos refletirem e evoluírem, como é o caso do motivo pelo qual outras crianças  moram em abrigos, tirados do convívio com a família, ou homens e mulheres que moram nas ruas, sem um lar.

Nem todos os projetos podem ser legais para crianças. Mas a riqueza da discussão daquilo que ela vivenciou é imensa. E o momento vivenciado também é, por si só, maravilhoso.

No Tio Flávio Cultural temos disso. E não são só filhos crianças que acompanham seus pais. Muitas vezes são os pais que acompanham seus filhos. É o caso do Nilo Verçosa, gestor voluntário do Bingo Social: sua mãe, Nívia, foi sensibilizada por ele a participar das ações do grupo e hoje não falta em nenhuma.

Uma família inteira, juntinha, no projeto Acolher, que visita mensalmente a Casa Lucas. Marcela França, o marido e os filhos, trigêmeos, interagem com os outros voluntários e levam  animação e carinho sem igual para crianças de 0 a 7 anos da instituição. E há diversos outros casos desse tipo no Tio Flávio Cultural.

Precisamos de uma sociedade mais culta? Acredito que sim. Porém, mais humana também.

 

Nilo e sua mãe, a caminho da ação social

Nilo e sua mãe, a caminho da ação social

Veja também

Comentários