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O "des envolvimento" necessário

O investimento no desenvolvimento do funcionário é de grande importância para qualquer empresa que queira crescer e prestar bons serviços.

Desenvolvimento é mudança e aprimoramento cultural e as organizações precisam, mais do que nunca, considerar que para se diferenciarem num mercado cada vez mais exigente e competitivo, não basta ter um bom produto. É preciso criar relacionamentos, entendimento entre as partes.

Mas até agora nada disso é novidade. No entanto, o grande ganho que se tem hoje é que nenhuma organização consegue ser grande (em cultura e, quem sabe, em estrutura) se não tiver uma disciplina de desenvolvimento em sua prática diária.

Gosto muito da definição do Rubem Alves, que diz que desenvolver significa tirar as pessoas do “envolvimento” para que cresçam: des-envolver.

Mas, como isso funciona? Vamos lá: de nada adianta contratar bons profissionais que vão à empresa falar sobre temas atuais, que motivem as pessoas a refletirem sobre a sua atuação e que até consigam fazer mudanças no pensamento corporativo, se não existirem ações que deem sequência ao que foi iniciado, de maneira planejada.

Ao programar as mudanças que a empresa precisa assumir, todas as ações, de um discurso do gestor aos treinamentos de manutenção dos valores institucionais ou de aprimoramento técnico e/ou individual, devem convergir para os mesmos objetivos, buscando o que chamamos de coesão interna, ou seja, as pessoas têm seus pensamentos e ideais próprios, mas dentro da empresa eles utilizam tal diversidade para buscar os objetivos comuns, que devem ser muito bem trabalhados e claros para todos da organização.

O Blog do Tio Flávio é publicado às terças-feiras.

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